A consultoria surgiu de necessidades de clientes que apareceram no decorrer dos atendimentos. Muitos deles têm uma casa espiritual, ou um templo, como queiram chamar — e aqui entra um ponto bem delicado e polêmico: a transmissão de conhecimento entre mestre e discípulo muitas vezes não é honesta, causando dependência entre as partes. Isso gera transtorno energético para o novato e falta de soberania para poder resolver seus problemas sozinho.
Eu sou iniciada e experienciei esse padrão que ocorre em certas casas, e ele se torna nocivo quando não há honestidade e confiança entre os envolvidos. Primeiro, fazer parte de uma egrégora é seríssimo — apenas uma laranja podre é capaz de estragar o todo. Antes de querer fazer parte de algo, pesquise, sinta no seu corpo se aquele campo serve para você. Perceba se existem atitudes nobres, verdade e coerência entre discurso e ação.
Aqui é onde meu trabalho entra, com o Campo Akáshico, o campo de infinitas possibilidades.
Pode parecer estranho para quem não compreende esse campo e não acessou ainda, mas não se esqueça de que é possível — com estudo, autoestudo, prática e abrindo mão de muitas crenças e paradigmas.
Eu acesso o campo do cliente, atuando em desordens energéticas, ataques, maldições, indo direto no campo da entidade ou divindade, onde ela passa o alinhamento direto para o adepto. Acaba a dependência e começa a sua soberania.
Eu defendo sua soberania energética, sua casa espiritual. Apenas você é capaz de assegurar sua proteção e sua prosperidade — mais ninguém. Eu abro o campo e te conduzo.
Aqui a ética e o trabalho são através da Hierarquia Divina. Eu sou apenas o canal dos Mestres.